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Na Assembleia de MS, deputados têm gastos exorbitantes: R$ 5,8 milhões em 7 meses

Se o ritmo das despesas nos gabinetes for mantido, ao final do ano valor de dinheiro público utilizado pode atingir R$ 10 milhões

Redação by Redação
23 de outubro de 2019
in Política, Transparência
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Na Assembleia de MS, deputados têm gastos exorbitantes: R$ 5,8 milhões em 7 meses

Em apenas sete meses, os 24 deputados estaduais gastaram R$ 5,8 milhões de dinheiro público

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul tem tudo para ser considerada a “mãe do ano”. Deputados que tomaram posse no início do ano chegaram sedentos por dinheiro. Entre fevereiro e agosto, a Casa desembolsou R$ 5,8 milhões com despesas dos 24 parlamentares.

A expressiva cifra é mais que o dobro em relação aos gastos dos três senadores e dos oito deputados federais em Brasília. O uso da verba do Senado e da Câmara atingiu R$ 2,5 milhões em nove meses, conforme divulgado segunda-feira pelo MS em Brasília.

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A exemplo de tantas outras cotas para o exercício da atividade parlamentar, a de Mato Grosso do Sul banca várias despesas, como combustível, aluguel de imóvel, água, luz, contas telefônicas, consultorias e assessorias técnicas, entre outras. Cada deputado pode gastar até R$ 36 mil por mês.

Se a média registrada entre fevereiro e agosto for mantida nos próximos quatro meses (setembro, outubro, novembro e dezembro), ao final do ano o montante de dinheiro utilizado pelos deputados estaduais vai se aproximar de R$ 10 milhões.

Levantamento feito pelo MS em Brasília na página de transparência da Assembleia do Estado mostra que a maioria dos deputados tem gastos parecidos, tanto em relação aos valores quanto ao tipo de despesa realizada.

O campeão em gastos é o deputado Márcio Fernandes (MDB), com R$ 281.145,73. O presidente da Casa, Paulo Corrêa (PSDB), que deveria dar exemplo sobre o bom uso de recursos públicos, é o segundo que mais consome, R$ 279.382,88. O petista Cabo Almi foi o terceiro com R$ 279.172,04.

O tucano Felipe Orro pediu o reembolso de R$ 277.928,38, valor que o colocou em quarto lugar entre os que mais gastaram nos sete primeiros meses do ano. Pedro Kemp (PT) gastou R$ 269.889,40 e Professor Rinaldo (PSDB), R$ 269.331,77, ficando na quinta e sexta posições, respectivamente.

A lista dos dez “gastões” da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul inclui ainda o deputado Eduardo Rocha (MDB). Ao contrário da mulher, senadora Simone Tebet (MDB), que é a que menos gasta verba indenizatória da bancada de MS no Congresso, Rocha utilizou R$ 268.910,83, ficando em sétimo lugar.

Depois aparecem Onevan de Matos (PSDB), com R$ 268.453,24 (8º), Londres Machado (PSD), R$ 251.973,48 (9º) e Lucas de Lima (Solidariedade), que pediu reembolso de R$ 251.954,58 (10º).

Bons exemplos

Na ponta de baixo da lista, onde estão bons exemplos sobre como utilizar o dinheiro do contribuinte de forma responsável, destaque para um novato na política: o deputado Capitão Contar (PSL).

De acordo com o levantamento, o pesselista foi o que menos gastou entre os 24 deputados estaduais. Foram R$ 148.657,25, quase metade dos gastos declarados pelo deputado Márcio Fernandes, de R$ 281 mil.

Contar também se destacou em outra reportagem do MS em Brasília em que foram analisados 240 projetos propostos pelos deputados entre fevereiro e setembro desse ano. O militar teve o melhor desempenho, com 70% das suas propostas consideradas relevantes.

Também aparece na lista dos “econômicos” o deputado douradense Marçal Filho (PSDB), cujos gastos totalizaram R$ 162.654,45, seguido de outro novato na política, João Henrique Catan (PL), que apresentou notas e documentos no valor de R$ 176.619,15.

Gastos Cota para Exercício da Atividade Parlamentar

Deputado                                             Valor R$

1º Márcio Fernandes (MDB)               281.145,73

2º Paulo Corrêa (PSDB)                         279.382,88

3º Cabo Almi (PT)                                 279.172,04

4º Felipe Orro (PSDB)                            277.928,38

5º Pedro Kemp (PT)                              269.889,40

6º Professor Reinaldo (PSDB)              269.331,77

7º Eduardo Rocha (MDB)                      268.910,83

8º Onevan de Matos (PSDB)                  268.453,24

9º Londres Machado (PSD)                  251.973,48

10º Lucas de Lima (SOL)                       251.954,58

11º Gerson Claro (PP)                            251.922,38

12º Evander Vendramini (PP)                 251.728,01

13º. Antonio Vaz (PR)                            251.589,73

14º Coronel David (PSL)                         247.228,85

15º Lídio Lopes (PATRI)                          246.543,93

16º Herculano Borges (SOL)                 246.505,12

17º Jamilson Name (PDT)                      242.802,89

18º Zé Teixeira (DEM)                           234.784,92

19º Neno Razuk (PTB)                           227.767,01

20º Barbosinha (DEM)                          224.058,97

21º Renato Câmara (MDB)                     190.130,73

22º João Henrique (PL)                           176.619,15

23º Marçal Filho (PSDB)                         162.654,45

24º Capitão Contar (PSL)                        148.657,25

Total                                                    5.801.135,72

 

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

 

Tags: Assembleia Legislativacota parlamentardeputadosdespesasdinheiro públicoexorbitantesgastosparlamentaressul-mato-grossensesVerba indenizatóriaverba pública
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