BRASÍLIA
O “coletivo” Distrito Drag recebeu quase R$ 1,4 milhão em emendas parlamentares, todas de petistas. A ONG atua no Distrito Federal, mas recebeu recursos de parlamentares de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e do DF.
As informações são do colunista Cláudio Humberto, do portal Diário do Poder, parceiro do MS em Brasília.
A cota no DF é de autoria da deputada Erika Kokay (PT), que mandou mais dinheiro público, R$ 550 mil. Um dos dirigentes da Distrito Drag é Erivan Hilário dos Santos, conhecido como Ruth Venceremos, drag queen que tentou ser deputada em 2022.
A drag queen, filiada ao PT, não conseguiu se eleger, mas é a primeira suplente e assumiria, em caso de Erika Kokay sair do cargo.
Na emenda de Erika, o fomento foi celebrado por Márcia Rollemberg, mulher do ex-governador Rodrigo Rollemberg, que ganhou a boquinha.
O Distrito Drag disse à coluna que Ruth não tem mandato e não existe impedimento legal para executar projetos com emendas parlamentares
Kokay destacou o elo com a população LGBTQIA+ e que não há qualquer ilegalidade ou imoralidade na emenda destinada.
Sem livros
Em 2025, o governo Lula não garantiu recursos suficientes para a compra dos livros escolares e literários, informou semana passada o jornal Folha de S. Paulo.
O FNDE, órgão do Ministério da Educação, previa a maior aquisição da história do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), com mais de 220 milhões de exemplares, mas só tem orçamento para pouco mais da metade, com R$ 2,04 bilhões, frente a um custo estimado em R$ 3,5 bilhões. O rombo é de R$ 1,5 bilhão.






















