CAMPO GRANDE
Presidente estadual do MDB, o ex-senador Waldemir Moka afirma que está seguro de que a professora e ex-vereadora Tatiane Miyasato (MDB) irá colocar Bandeirantes no caminho do desenvolvimento socioeconômico, mirando tendência de crescimento experimentado por bom número de municípios em Mato Grosso do Sul.
A eleição suplementar em Bandeirantes acontece no próximo domingo, dia 6, após a cassação do registro de Álvaro Urt (PSDB) por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Urt havia vencido as eleições em outubro de 2024.
Ex-vereador em Campo Grande, deputado estadual e deputado federal por três mandatos cada, além de senador, Moka destaca o fato de a chapa ser 100% feminina, com a escolha da vereadora Elaine Montanha (PP) para compor como candidata a vice-prefeita.
“É uma chapa 100% feminina e isso, por si só, revela que Bandeirantes quer virar a chave e apontar para uma nova era, um novo tempo na história da cidade”, argumentou o ex-senador.
A eleição suplementar em Bandeirantes acontece no próximo domingo, dia 6
Moka destaca o fato de Tatiane ter ainda o apoio da senadora Tereza Cristina, presidente estadual do PP, e do ex-governador André Puccinelli, entre outras lideranças políticas estaduais.
O ex-senador e a senadora, além do deputado estadual Junior Mochi (MDB), estiveram no último sábado (28) em Bandeirantes, onde reforçaram convicção na vitória da emedebista e sustentação política para ajudar na administração do município (VÍDEO ABAIXO).
“É uma região com bom número de produtores rurais, cidade com comércio forte e, acima de tudo, com pessoas de bem e trabalhadoras, que acreditam e precisam ver o progresso chegar”, acrescentou Moka, reforçando a união de forças políticas em torno da candidata do MDB na eleição de domingo.
Além de Tatiane Miyasato, que foi vice na chapa de Álvaro Urt, eleita com 38,45% dos votos no pleito anulado, a disputa terá ainda o servidor do Poder Judiciário Flávio Paiva (DC/Agir) e o segundo colocado na eleição anterior, Celso Ribeiro Abrantes (PSD).
Mesmas regras
Os procedimentos para a votação em uma eleição suplementar são idênticos aos de um pleito ordinário, explica o TSE. É preciso comparecer à seção eleitoral portando documento oficial de identificação com foto e o título eleitoral, se o possuir. Também é permitido o uso do e-Título.
É proibido a qualquer pessoa portar, no recinto da cabina de votação, aparelhos celulares, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer outro aparelho do gênero.
É permitida a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor com de bandeiras, broches, dísticos, adesivos e camisetas. O eleitor ainda pode levar para a cabine de votação uma “cola” (lembrete) com os números dos candidatos escolhidos.
Os procedimentos para a votação em uma eleição suplementar são idênticos aos de um pleito ordinário
Também são vedados, até o término do horário de votação, com ou sem utilização de veículos: aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado ou instrumentos de propaganda; caracterização de manifestação coletiva e/ou ruidosa; abordagem, aliciamento, utilização de métodos de persuasão ou convencimento; e distribuição de camisetas.
A legislação proíbe ainda o uso de alto-falantes, amplificadores de som, comício, carreata e qualquer veículo com jingles; a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna; o derrame de santinhos e outros impressos no local de votação ou nas vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição; e a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdo na internet, podendo ser mantidos em funcionamento as aplicações e os conteúdos publicados anteriormente.























