LARISSA ARRUDA, DE BRASÍLIA
Mato Grosso do Sul mais uma vez figura entre a elite da competitividade no Brasil, ao lado de estados como São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Espírito Santo e o Distrito Federal.
O Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), coloca a gestão de Eduardo Riedel na 9ª posição nacional.
Os estados mais bem colocados no levantamento foram anunciados na última quarta-feira (27), durante cerimônia de premiação em Brasília (DF).
O Ranking de Competitividade dos Estados coloca a gestão de Eduardo Riedel na 9ª posição nacional
O ranking dos 10 primeiros é composto por três estados do Sudeste (São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo), três do Sul (Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul) e quatro do Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso).

Mato Grosso do Sul aparece à frente de estados como Mato Grosso, Paraíba, Ceará, Rio de Janeiro, Amazonas, Pernambuco, Bahia e Pará.
A gestão de Eduardo Riedel se destacou nos pilares de inovação, capital humano e sustentabilidade ambiental. Além disso, foi reconhecida com o prêmio pelo programa MS Ativo Municipalismo, política pública que leva obras e projetos a todas as 79 cidades sul-mato-grossenses.
Mato Grosso do Sul aparece à frente de estados como Mato Grosso, Ceará, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Pará
Segundo o governador Eduardo Riedel, as políticas públicas implementadas desde 2015 têm impulsionado importantes avanços em Mato Grosso do Sul, com resultados expressivos para a economia estadual.
“Nada se conquista sem planejamento. Quando os resultados aparecem com consistência, é porque houve planejamento. Essa lógica vale para todos os níveis, seja no setor público ou no privado”, destacou Riedel.
O secretário de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez, afirma que tanto as gestões de Reinaldo Azambuja (2015-2022) quanto a atual de Eduardo Riedel deram um novo rumo ao Estado, “cujo caminho não tem volta”.
Segundo ele, a administração pública deve concentrar esforços nas prioridades da população para garantir a continuidade de uma economia forte.
“Quando os resultados aparecem com consistência, é porque houve planejamento. Essa lógica vale para todos os níveis, seja no setor público ou no privado” — Governador Eduardo Riedel
“Subir no ranking mostra que Mato Grosso do Sul está no caminho certo, mas também indica onde precisamos melhorar. Nosso foco é transformar indicadores em resultados práticos para a população”, destacou o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck.
Pilares
No pilar Capital Humano, Mato Grosso do Sul subiu do 3º lugar em 2024 para o 2º em 2025. O Estado se destacou em produtividade do trabalho (2º), formalidade (5º) e qualificação dos trabalhadores (6º), consolidando sua posição de referência na área (ver quadro abaixo).

Houve ainda avanços em indicadores de mercado de trabalho, como a redução da desocupação de longo prazo (+11 posições) e da subocupação por insuficiência de horas (+4). O desafio, está na baixa proporção de trabalhadores com ensino superior, onde o Estado aparece na 20ª posição.
“A administração pública deve concentrar esforços nas prioridades da população para garantir a continuidade de uma economia forte” — Rodrigo Perez, secretário de Governo
O maior avanço ocorreu no pilar Inovação. Mato Grosso do Sul saltou da 17ª posição em 2024 para a 9ª em 2025, avançando oito posições. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento da produção científica (+9 posições), pelos investimentos em P&D (+5), pelo aumento de empresas de alto crescimento (+6) e pelas melhorias em informação e comunicação e em bolsas de mestrado e doutorado (+4 cada).
Avançar mais
Apesar do avanço, o Estado ainda precisa progredir em patentes (12º lugar) e na estrutura de apoio à inovação (17º), que inclui parques tecnológicos, Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) e capital semente (financiamento inicial).
“Subir no ranking mostra que Mato Grosso do Sul está no caminho certo, mas também indica onde precisamos melhorar” — Jaime Verruck, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento
No pilar Sustentabilidade Ambiental, Mato Grosso do Sul também registrou melhora, subindo da 10ª posição em 2024 para a 9ª em 2025. O Estado se consolidou como referência em destinação de resíduos (2º), tratamento de esgoto (3º) e emissões de CO₂ por PIB (5º), mantendo ainda bom desempenho em coleta seletiva (6º) e reciclagem (9º).
Os desafios permanecem nos indicadores de desmatamento (19º), transparência no combate ao desmate (22º) e serviços urbanos sustentáveis (19º), que englobam drenagem, arborização e manejo de resíduos da construção civil.
Com informações da Secretaria-Executiva de Comunicação de MS























