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Home Infraestrutura

Contrária ao marco do saneamento, deputada pede água potável nas escolas

Camila Jara vota contra a lei do saneamento e sete meses depois propõe projeto com o mesmo teor, mas menos abrangente

Redação by Redação
9 de fevereiro de 2024
in Infraestrutura, Saneamento
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Contrária ao marco do saneamento, deputada pede água potável nas escolas

Sem o apoio do PT e da esquerda, Brasil tem lei ampla para resolver problema crônico da falta de saneamento (Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil)

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LARISSA ARRUDA, DE BRASÍLIA

Em 3 de maio do ano passado, 136 deputados federais votaram contra a regulamentação do novo marco do saneamento básico no Brasil. A deputada sul-mato-grossense Camila Jara (PT) foi um deles. Ela se posicionou contra o projeto de decreto legislativo que suspendia dispositivos de dois decretos do presidente Lula contra a nova lei.

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A Câmara dos Deputados derrubou os decretos por 295 votos contra 136, mantendo a Lei 14.026, de 15 de julho de 2020, aprovada durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (PP).

Ocorre que, sete meses depois, em dezembro do ano passado, Camila Jara e outros deputados de esquerda, como Tabata Amaral (PSB-SP) e Duda Salabert (PDT-MG), apresentaram o projeto de lei 5696/2023 “para garantir o acesso à água potável nas instituições de ensino”. Na prática, é o que prevê a Lei 14.026/2020, de uma forma mais ampla.

Camila Jara (à esquerda), Tabata Amaral (meio) e Duda Salabert (blazer verde) foram autores do projeto (Divulgação)

Na justificativa, os parlamentares argumentam “que a dificuldade do acesso à água potável alcança profundamente o sistema educacional brasileiro”.

Citam levantamento da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil, a partir do Censo Escolar de 2021, segundo o qual 14,7 milhões de estudantes brasileiros enfrentam problemas de infraestrutura nas escolas.

No entanto, o principal objetivo do marco legal do saneamento é garantir melhorias das redes de distribuição de água e esgoto, assegurando a universalização desses serviços.

O principal objetivo do marco legal do saneamento é garantir melhorias das redes de distribuição de água e esgoto, assegurando a universalização desses serviços

Pela lei, a Agência Nacional de Águas e Saneamento (Ana) atuará para regular o setor, cujas regras deverão ser adotadas pelas agências reguladoras de saneamento dos Estados e municípios, além do Distrito Federal.

Com o novo marco, o país pretende implementar padrões de qualidade e eficiência na prestação, na manutenção e na operação dos sistemas de saneamento básico; regular a cobrança de tarifa dos serviços públicos; trabalhar para atingir metas de universalização; redução e controle da perda de água e licitações para prestação de serviços públicos no setor, entre outras medidas.

Projeto semelhante

Questionada pelo MS em Brasília sobre os motivos que a levaram a votar contra o marco legal do saneamento e mais adiante ter apresentado projeto com o mesmo teor, mas menos abrangente, a deputada Camila Jara afirmou que “a lei não garante o acesso das pessoas à água potável por permitir preços abusivos”.

“Há inadequações como a prestação de serviço sem licitação pelas empresas públicas, a regularização de contratos que deveriam ser extintos e, ao fim, permite a privatização da água como está acontecendo em diversas capitais”, argumenta.

A deputada cita Campo Grande como exemplo, onde, segundo ela, “a privatização da água gerou para a população o peso de pagar a tarifa mais cara entre as 27 capitais”.

“A lei não garante o acesso das pessoas à água potável por permitir preços abusivos” — Deputada federal Camila Jara

Incoerência

A incoerência dos parlamentares que propuseram o projeto e votaram contra o novo marco do saneamento — como a sul-mato-grossense Camila Jara — foi igualmente questionada pela ONG Ranking dos Políticos.

Em publicações nas redes sociais, a organização diz, por exemplo, que é necessário ter saneamento para ter água potável. “Você acha que projeto de lei igual a esse (PL 5696/2023) vai mudar a realidade sobre a falta de saneamento no Brasil?”, questiona vídeo do Ranking dos Políticos (ver abaixo).

https://www.msembrasilia.com/wp-content/uploads/2024/02/Snapinsta.app_video_10000000_913407673670191_5210114083328715427_n.mp4
Tags: água potávelBolsonaroCâmara dos DeputadosCamila Jaracontráriadecretosduda salabertincoerêncialulamarco saneamentoprojeto de leiRevogaçãotabata amaral
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