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Criaturas e criadores de ‘elefantes brancos’ em terras sul-mato-grossenses

Pior é que não há uma cidade sequer sem obra faraônica parada, que passou a ser marco para seus ciclos administrativos

Redação by Redação
6 de maio de 2025
in Opinião
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Criaturas e criadores de ‘elefantes brancos’ em terras sul-mato-grossenses

Placa sobre a obra do Centro de Belas Artes, exemplo do descaso com dinheiro público em Campo Grande (Foto: Edmir Conceição)

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POR EDMIR CONCEIÇÃO

Desde que se incorporou ao jargão político a expressão idiomática “elefante branco” não se viu nenhuma ação para banir a pecha da atividade pública.

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Pelo contrário, os elefantes brancos nunca se reproduziram com tanta fertilidade no campo político, área onde o que menos importa é a indignação com as obras monumentais sem utilidade ou funcionalidade.

Mas há, também, obras que poderiam contemplar as necessidades da população, espaços que poderiam transformar e formar pessoas, comunidades inteiras, como a Vila Olímpica Indígena de Dourados, abandonada pelos governos municipal, estadual e federal. Isso mesmo, ninguém assume a gestão e nem propõe uma atividade sequer para o lazer ou prática esportiva. E já são mais de 10 anos de abandono.

O lamentável é que não há uma cidade sequer sem elefante branco, que passou a servir de marco para seus ciclos administrativos. Campo Grande é um exemplo com seu inacabado Centro de Belas Artes.

Os elefantes brancos nunca se reproduziram com tanta fertilidade no campo político

Como se sabe, na antiga civilização, usava-se a expressão elefante branco para determinar a posse de algo valioso da qual a comunidade ou seu proprietário não poderia se livrar e cujo custo, em especial o de manutenção, era desproporcional à sua utilidade ou valor.

Em nosso período contemporâneo o termo é utilizado para se referir a obras públicas sem utilidade ou simplesmente abandonadas por falta de dinheiro ou pela inércia e ruptura administrativa.

Há também a lenda segundo a qual reis presenteavam os cortesãos com elefantes brancos. Considerado sagrado, portanto, protegido do trabalho, um elefante branco era simultaneamente uma bênção e uma maldição, porque o animal não tinha muito uso prático que compensasse o custo de sua manutenção.

Na antiga civilização, usava-se a expressão elefante branco para determinar a posse de algo valioso da qual a comunidade ou seu proprietário não poderia se livrar

Pelo Brasil afora há uma infinidade de elefantes brancos e o que mais chama a atenção é o prazer que os políticos têm de produzir obras faraônicas, muitas delas sem serventia, e deixá-las abandonadas.

No Brasil, a prática se tornou tão comum que os Estados Unidos consideraram a compra de um submarino nuclear pelo governo brasileiro como “elefante branco, porém popular”.

Hospitais, viadutos que não levam a lugar algum, complexos esportivos sem uso, hidrelétricas e estádios da Copa de 2014 foram candidatos em potencial à denominação pejorativa.

Em Três Lagoas, a administração está convivendo com um elefante branco dos mais caros, a fábrica de fertilizantes nitrogenados, há mais de uma década parada.

Pelo Brasil afora há uma infinidade de elefantes brancos e o que mais chama a atenção é o prazer que os políticos têm de produzir obras faraônicas

Obras só servem como promessa de eleição, que não justificarão nunca seus custos e, infelizmente, continuarão a ser propagadas como meritória realização.

Em rápida comparação, pode-se vislumbrar que as únicas obras com funcionalidade objetiva são as executadas pela iniciativa privada. Com toda propriedade, é logico. Ninguém é insano de jogar fora o dinheiro do próprio bolso.

Já no poder público, sem dono, o dinheiro sai pelo ralo, sem nenhum escrúpulo do gestor ou fiador político.
A sociedade precisa reagir. A reação deve ser no sentido de banir os políticos acometidos dessa síndrome e condenar, publicamente, os gestores que insistem em propagar obras que não terão utilidade e cuja manutenção extrapola os limites e a capacidade orçamentária.

(*) Edmir Conceição é jornalista em Mato Grosso do Sul

Tags: artigocampo grandecofres públicosdinheiro públicodouradoselefantes brancosjargãoMato Grosso do SulMSMS em Brasíliaobras faraônicasobras privadasopiniãoparadaspolíticaprejuízosTrês Lagoas
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