BRUNNA SALVINO | DE CAMPO GRANDE
No Brasil, cochilou, vira meme e a zoação vai parar nas redes sociais. E não adianta reclamar ou lamentar. Foi exatamente isso que aconteceu com a reação do atacante Neymar após se irritar com a arbitragem durante sua substituição em partida do Santos.
A expressão do craque rapidamente tomou conta das redes sociais e passou a ser utilizada por políticos, artistas, empresas e militantes de diferentes correntes ideológicas.
Em tom de brincadeira, as montagens criam interpretações sobre o que o jogador santista aponta com o dedo.
O Ranking dos Políticos, parceiro do MS em Brasília, preferiu protestar contra as diferenças de estrutura que atende aos políticos e à saúde dos brasileiros: “1 enfermeira para 50 pacientes; 50 assessores para 1 senador”. E conclui: “Isso não é normal!”

Em Mato Grosso do Sul, a 3A Produções Artísticas aproveitou a onda para divulgar o show do cantor Maurício Manieri, marcado para o próximo sábado (23), em Campo Grande. A publicação brinca com a ansiedade dos fãs e a contagem regressiva para o evento.
Também circularam memes envolvendo a promessa da “picanha” feita pelo presidente Lula durante a campanha de 2022, além de propagandas de lojas, produtos e serviços que embarcaram na tendência.

Os políticos sul-mato-grossenses igualmente entraram na brincadeira. O deputado federal Marcos Pollon (PL) publicou uma montagem fazendo referência ao apoio recebido do ex-presidente Jair Bolsonaro para uma possível candidatura ao Senado.

Nas redes sociais e em aplicativos de mensagens, porém, o parlamentar também acabou alvo de memes relacionados à crise interna no PL.
As publicações fazem referência à anotação atribuída ao senador Flávio Bolsonaro durante reunião da cúpula do partido em Brasília, segundo a qual Pollon teria pedido R$ 15 milhões para não disputar as eleições de 2026.

Posteriormente, Flávio Bolsonaro afirmou que houve um equívoco na interpretação da anotação. Ainda assim, o episódio ampliou o clima de desgaste dentro da legenda e alimentou ainda mais a polêmica em torno dos pré-candidatos da legenda ao Senado.






















