POR DANILO GENTILI
O filho da puta do Peninha, aquele professor seboso de História que usa o cabelo do Moe dos três patetas e que parece estar sempre cheirado de cocaína, comemorou a morte de uma pessoa e ainda celebrou o fato de que a suas filhas ficaram órfãs.
Todo mundo viu isso, não?
A hipocrisia é que esse merda vive aparecendo em público para condenar comediante que faz piada. Segundo esse verme, piada é coisa de extremista. Piadas matam.
Mas, ao contrário de contar piadas, matar de verdade alguém que diz coisas com as quais você discorda não apenas é aceitável como também deve ser celebrado.
A hipocrisia é que esse merda vive aparecendo em público para condenar comediante que faz piada
E a hipocrisia desse filho da puta não para por aí: ele destila ódio aos Estados Unidos, mas sua filhinha playboyzinha, bem ao estilo da burguesia capitalista, vive às custas do papai justamente lá. E não é em qualquer lugar — é no livre Estado do Texas.
É hipocrisia atrás de hipocrisia.
Nojeira atrás de nojeira.
Nunca falha. As pessoas que mais destilam ódio são sempre as que dizem defender o “lado do bem”.
E a imprensa? Bem, a mesma classe jornalística que recentemente inventou o factoide de que Léo Lins teria feito piada sobre a morte da Preta Gil — e o condenaram por isso — não dão um pio sobre um professor universitário que ensina jovens a celebrar o assassinato de um inocente.
E a imprensa? Não dá um pio sobre um professor universitário que ensina jovens a celebrar o assassinato de um inocente
Esse merda é o tipo de parasita que ensina jovens nas universidades. Não é de se admirar que isso aqui é um país de invejosos e filhos da puta.
*Texto publicado originalmente por Não É Imprensa, parceiro do MS em Brasília























