LARISSA ARRUDA, DE BRASÍLIA | BRUNNA SALVINO, DE CAMPO GRANDE
Mato Grosso do Sul registrou o terceiro maior crescimento da atividade econômica entre os estados brasileiros no acumulado de 12 meses até maio de 2026, de acordo com dados do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgado pelo Banco Central.
O Estado apresentou expansão de 3,7%, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro (5,0%) e do Espírito Santo (3,9%). Na sequência aparecem Mato Grosso (3,6%), Pernambuco (3,2%) e Rio Grande do Sul (3,0%).
O levantamento evidencia o bom desempenho da economia sul-mato-grossense no período, colocando o Estado entre os principais destaques do crescimento econômico nacional.

O resultado também supera com ampla margem o registrado por unidades da Federação de grande peso econômico, como São Paulo, que apresentou crescimento de apenas 0,4% no mesmo intervalo.
O IBCR acompanha mensalmente a evolução da atividade econômica nos estados e é considerado uma das principais referências para medir o ritmo de crescimento das economias regionais do país.
O desempenho de Mato Grosso do Sul é impulsionado principalmente pela agroindústria, que vem atraindo grandes investimentos privados, com destaque para o setor de celulose.
O Estado também se mantém entre os maiores produtores nacionais de carnes e grãos, boa parte destinada ao mercado externo, atividade que exerce papel central na geração de renda, empregos e divisas.
O Estado também se mantém entre os maiores produtores nacionais de carnes e grãos
Para o governador Eduardo Riedel, os números divulgados pelo Banco Central confirmam que Mato Grosso do Sul está no caminho certo ao criar um ambiente favorável à atração de investimentos nacionais e internacionais, ao mesmo tempo em que fortalece setores tradicionais da economia estadual, como a produção de carnes e grãos.
O secretário de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez, classificou os resultados como “muito bons” e afirmou que eles demonstram o equilíbrio alcançado pela economia sul-mato-grossense, refletindo diretamente na qualidade de vida da população.
“Uma coisa puxa a outra. Se a economia vai bem, é impossível que a área social também não vá. Temos, assim, condições de oferecer melhores serviços à população, como saúde e educação, além de garantir remuneração justa aos profissionais da saúde e aos professores”, afirmou.



















