BRUNNA SALVINO | DE CAMPO GRANDE
Quando o presidente Ernesto Geisel assinou, em 11 de outubro de 1977, a lei que criou Mato Grosso do Sul, começava uma trajetória que levaria o novo Estado a disputar investimentos com algumas das maiores economias do país.
Quase cinco décadas depois, Mato Grosso do Sul está entre as dez unidades da Federação mais competitivas do Brasil. A expansão da indústria e do agronegócio fortaleceu sua capacidade de atrair grandes grupos econômicos, gerar empregos e abrir novas oportunidades para a população.
O Estado ocupa a 9ª posição no Ranking de Competitividade dos Estados de 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O levantamento avalia indicadores de áreas como infraestrutura, educação, segurança pública, capital humano e solidez fiscal.
Quase cinco décadas depois, Mato Grosso do Sul está entre as dez unidades da Federação mais competitivas do Brasil.
Em 2019, Mato Grosso do Sul alcançou a 5ª colocação, quando o então governador Reinaldo Azambuja iniciava seu segundo mandato. Eleito senador em 4 de outubro, ele acompanhou uma etapa de expansão econômica e atração de investimentos no Estado.
Esse processo teve continuidade na gestão de Eduardo Riedel, reeleito também no dia 4. Seu primeiro mandato termina em 31 de dezembro, e o segundo começa em janeiro de 2027, com o desafio de transformar o crescimento econômico em melhorias cada vez mais presentes na vida da população.
Mato Grosso do Sul lidera o país em mobilidade social, indicador relacionado às possibilidades de uma geração alcançar condições de renda melhores que as anteriores. A administração associa esse resultado à geração de empregos, à qualificação profissional e aos investimentos públicos e privados.
Mato Grosso do Sul lidera o país em mobilidade social, indicador relacionado às possibilidades de uma geração alcançar condições de renda melhores que as anteriores
Nos últimos anos, o Estado recebeu R$ 81 bilhões em investimentos privados, conforme os dados divulgados pelo governo. A industrialização do agronegócio e a expansão de cadeias como celulose, bioenergia e citricultura ajudam a diversificar a economia e ampliar as oportunidades de trabalho.

A educação integra essa estratégia. De acordo com a gestão estadual, 50 mil estudantes estão matriculados na educação profissional, cuja oferta alcança os 79 municípios. Os cursos atendem 55% dos alunos do ensino médio da rede estadual. Outros R$ 1,2 bilhão foram destinados a obras em escolas, com intervenções em 240 unidades durante a atual administração.
Nos últimos anos, o Estado recebeu R$ 81 bilhões em investimentos privados
O apoio à permanência nos estudos também passa pelo MS Supera, que concede auxílio mensal equivalente a um salário mínimo a estudantes de baixa renda. Uma das beneficiárias é Ariadne Mariana Rocha, aluna de Medicina da UFMS, que utiliza o recurso para custear despesas da formação.
“O programa entrou na minha vida não apenas como uma ajuda financeira, mas como um motivo a mais para continuar a faculdade”, relatou a estudante.
Para Riedel, a mobilidade social sintetiza os resultados que o Estado busca alcançar. “Melhorar a vida das pessoas é o nosso principal objetivo”, afirmou o governador.
Com informações da Secretaria-Executiva de Comunicação de MS























