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TCU livra família Bumlai de devolver R$ 15 milhões por venda de fazenda

Tribunal arquiva ação que investigava a compra pelo Incra de área da família em Corumbá, suspeita de ter sido superfaturada

Redação by Redação
11 de setembro de 2024
in Contas, Transparência
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TCU livra família Bumlai de devolver R$ 15 milhões por venda de fazenda

Filhos de José Carlos Bumlai teriam recebido R$ 15 milhões (corrigidos até novembro de 2022) a mais por fazenda vendida ao Incra no 1º governo Lula (Foto: Arquivo)

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BRASÍLIA

Em uma decisão intempestiva, o Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou processo em que o órgão apurava, há mais de 13 anos, a venda de uma fazenda da família Bumlai para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Mato Grosso do Sul.

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Suspeita de superfaturamento, a transação foi concretizada em 28 de outubro de 2005, no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por R$ 20.920.783,58. O pagamento foi feito por meio de ordens bancárias e Títulos da Dívida Agrária (TDA).

A Fazenda São Gabriel pertencia aos filhos do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do presidente Lula e condenado na Lava Jato por gestão fraudulenta e corrupção passiva por quitar dívidas do PT. O valor, segundo laudos apresentados pelo Ministério Público Federal, foi superfaturado em R$ 7.565.636,77.

A decisão pelo arquivamento da ação, tomada em 14 de agosto passado, sem julgamento do mérito, causou surpresa porque o tribunal investigava o caso desde 2011 e tinha chegado à conclusão de que a operação causou, à época, prejuízo de pelo menos R$ 7 milhões aos cofres públicos. Atualizados até novembro de 2022, o montante devido pelos filhos de Bumlai soma R$ R$ 15.642.510,00.

A decisão pelo arquivamento da ação, tomada em 14 de agosto passado, sem julgamento do mérito, causou surpresa porque o tribunal investigava o caso desde 2011

Decisões do TCU de 2011 para cá foram todas no sentido de condenar os donos da fazenda à devolução do valor supostamente superfaturado, além do pagamento de multa e envio do processo à Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul para eventuais medidas penais.

Pecuarista José Carlos Bumlai foi preso em novembro de 2015 na Operação Lava Jato (Foto: O Globo)

No Acórdão 2890, de 27 de novembro de 2019, foram responsabilizados solidariamente pelo “superfaturamento na compra do imóvel rural pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Fernando de Barros Bumlai, Guilherme de Barros Costa Marques Bumlai, Maurício de Barros Bumlai e Cristiane de Barros Costa Marques Bumlai Pagnoncelli”.

O relator atual do processo, ministro Marcos Bemquerer Costa, afirma que o suposto sobrepreço foi apontado por laudo pericial do Ministério Público Federal (MPF), que avaliou o imóvel em R$ 13.355.146,81. Já o laudo do Incra, de 30/11/2004 e 9/12/2004, apontou que a Fazenda São Gabriel estava avaliada em R$ 20.920.783,58, resultando em uma diferença de R$ 7.565.636,77.

O julgamento

Em julgamento realizado em 14 de agosto deste ano, o tribunal, por maioria, aprovou o arquivamento do processo, sem fato novo que pudesse gerar apreciação pelo plenário da Corte de Contas. O relator do caso manteve os principais pontos de decisões anteriores, como as contidas no Acórdão 2890/2019, sob a relatoria do ministro André de Carvalho.

Além de determinar que os irmãos devolvessem mais de R$ 15 milhões recebidos indevidamente na venda da fazenda ao Incra, o ministro aplicou multa de R$ 200 mil a cada um dos quatro Bumlai.

Em julgamento realizado em 14 de agosto deste ano, o tribunal aprovou o arquivamento do processo, sem fato novo que pudesse gerar apreciação pelo plenário da Corte de Contas

Também condenou Ismael Sandoval Abrahão e Celso Benedito Torres de Souza, que assinaram os laudos para o Incra, ao pagamento de multa de R$ 150 mil cada, além de multar os dirigentes do Incra à época do caso, Francisco Sérgio de Lima, Jânio Coelho da Silveira, Valdir Perius e Luiz Carlos Bonelli em R$ 100 mil cada.

O parecer, no entanto, foi derrubado por cinco dos oito ministros presentes à sessão. Eles foram favoráveis ao relatório do revisor, ministro Jhonatan de Jesus, o primeiro a votar contrariamente ao relator. O regulamento interno do TCU prevê que, em caso de divergência, o primeiro juiz que der voto contrário ao relatório seguirá como revisor.

Ex-deputado por Roraima, Jhonatan de Jesus virou ministro do TCU com aprovação do Senado e aval do governo em 2023 (Foto: Lula Marques / Agência Brasil)

Para derrubar o voto do relator, o revisor Jhonatan de Jesus não se aprofundou no caso, limitando-se a desconsiderar o trabalho do Ministério Público Federal e a relativizar a atuação do próprio TCU. Jesus desqualificou o Laudo Pericial 18/2010, do Ministério Público Federal, o qual não considerou suficiente para embasar a condenação proposta.

Destacou que “há muitos aspectos ainda a esclarecer e que, no caso concreto, a atuação direta deste Tribunal não se justifica, pois as medidas de ressarcimento estão sendo bem conduzidas por órgãos preparados técnica e juridicamente para o debate, na ação de ressarcimento em curso no Poder Judiciário”.

Para derrubar o voto do relator, o revisor Jhonatan de Jesus não se aprofundou no caso, limitando-se a desconsiderar o trabalho do Ministério Público Federal e a minimizar a atuação do próprio TCU

“Aliado a esse aspecto, a própria possibilidade de atuação desta Corte está prejudicada pela incidência da prescrição, nos termos já explicitados neste voto. Por ambos os motivos, concluo pela inviabilidade do prosseguimento desta TCE, devendo o processo ser arquivado por falta de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular”, conclui o revisor.

Todos os votos favoráveis ao arquivamento do caso foram de ministros nomeados pelo Congresso, geralmente senador e deputado: Augusto Nardes, Bruno Dantas, Vital do Rêgo, Antonio Anastasia e o relator-revisor Jhonatan de Jesus.

Servidor de carreira, ministro Marcos Bemquerer defendeu devolução de valor supostamente superfaturado e punições aos envolvidos (Foto: Divulgação / TCU)

Foram contrários ao arquivamento e a manutenção do parecer do relator, coincidentemente, os ministros de carreira Walton Alencar e Benjamin Zymler, além de Marcos Bemquerer.

Suspeitas

Em 2010, órgãos de controle da União começaram a investigar a venda da área. Com base em um laudo encomendado pelo Ministério Público Federal em Corumbá, concluiu-se que houve superfaturamento de R$ 7.565.636,77 na venda do imóvel e a denúncia foi encaminhada ao Tribunal de Contas da União.

De acordo com o parecer técnico, a área valeria R$ 13.355.146,81, em contraponto à avaliação dada pelo Laudo nº 7/2005 do Incra, de R$ 20.920.783,58. Desses, R$ 16.611.431,28 foram pela terra nua e R$ 4.309.352,30 pelas benfeitorias indenizáveis.

Com base em um laudo encomendado pelo Ministério Público Federal em Corumbá, concluiu-se que houve superfaturamento de R$ 7.565.636,77 na venda do imóvel

A Fazenda São Gabriel originou-se da união de sete áreas, no total de 4.598,73 hectares, compradas pelos irmãos Bumlai entre 1997 e 2000, por R$ 4.108.725,40, segundo o TCU. No período de cinco a oito anos, a área foi vendida por valor cinco vezes maior e hoje abriga um assentamento com 274 famílias.

Entre as irregularidades constatadas pelo tribunal na avaliação do imóvel, estão a classificação pouco precisa dos solos, cálculo superestimado do custo de formação das pastagens, utilização de uma área em hectares superior à do imóvel e inclusão indevida de benfeitorias inexistentes no imóvel.

Valor quitado

Em 14 de junho de 2017, o TCU determinou que o Incra no Estado e a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) suspendessem o procedimento de resgate dos Títulos da Dívida Agrária (TDA) emitidos, mas ainda não resgatados, para pagamento da Fazenda São Gabriel em Corumbá. A decisão, no entanto, chegou tardiamente.

No curso das investigações, o tribunal descobriu que o valor da negociação tinha sido pago integralmente, de duas formas. O pagamento das benfeitorias foi feito imediatamente à conclusão do negócio, por meio de ordens bancárias, em 01/11/2005, no valor de R$ R$ 4.309.352,30. O resgate dos TDA ocorreu em duas datas distintas: 01/10/2010 e 01/10/2015, no valor total de R$ 16,6 milhões, na Caixa de Campo Grande (MS), referente ao valor da terra nua.

No curso das investigações, o tribunal descobriu que o valor da negociação tinha sido pago integralmente

Em novembro de 2019, segundo o Acórdão 2890/2019, o TCU encaminhou alerta aos ex-donos da fazenda para que evitassem “ocultar” ou “dilapidar o patrimônio”. Qualquer tentativa nesse sentindo, de acordo com o tribunal, estaria evidenciada “a nefasta prática de fraude contra credores ou de fraude à execução, podendo ser anulada ou tornada ineficaz pelo poder público”.

O relator do processo sugeriu ainda, em 2019, que a unidade técnica do Tribunal em Mato Grosso do Sul se manifestasse sobre a indisponibilidade de bens dos filhos de Bumlai até que o julgamento do mérito, decidindo se houve ou não prejuízo à União na compra da Fazenda São Gabriel para a reforma agrária.

Lula e Bumlai

Bumlai e Lula se conheceram na campanha presidencial de 2002, apresentado pelo então governador Zeca do PT, quando o petista esteve em Mato Grosso do Sul para gravar cenas sobre as atividades do campo em uma das fazendas do pecuarista.

Os negócios da dupla ganharam evidência com a chegada de Lula à Presidência em 2003. A Operação Lava Jato investigou vários crimes encontrados com as digitais de ambos. Lula e Bumlai foram presos em períodos diferentes.

Os negócios da dupla ganharam evidência com a chegada de Lula à Presidência em 2003

Outra movimentação que causou estranheza aos órgãos de investigação foram as transferências feitas pelos filhos Bumlai para a conta do pai, no valor de R$ 4.067.400,00, assim que eles receberam o pagamento das benfeitorias, de R$ 4.309.352,30, em 01/11/2005. Os órgãos de controle queriam saber o destino desse dinheiro a partir de Bumlai.

Com o arquivamento do processo pelo TCU, aprovado em agosto, o rastreamento do dinheiro que saiu das contas de Bumlai fica prejudicado. Além disso, a Operação Lava Jato foi encerrada e algumas de suas decisões anuladas pelo Supremo Tribunal Federal, como as condenações do presidente Lula, cujos processos transitaram em julgado nas três instâncias do Judiciário.

Outro lado

O MS em Brasília tentou falar com ao menos um dos irmãos Bumlai para comentar a decisão do TCU de arquivar o processo, mas não conseguiu. O espaço está aberto para manifestação da família.

*Permitida a reprodução, total ou parcial, desde que citada a fonte de maneira clara

Tags: amigosarquivadoBumlaiFazenda São Gabrielfilhosgoverno lulaIncrajose carlos bumlailulaministrosoperaçao lava jatoR$ 15 milhõesrelatorrelatóriosobrepreçosuperfaturadasuperfaturamentoTCUtribunal contas uniãovenda
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