BRUNNA SALVINO | DE CAMPO GRANDE
Os partidos que integram a base de apoio ao governador Eduardo Riedel realizaram, no último sábado (1º), as convenções estaduais que homologaram as candidaturas ao Governo de Mato Grosso do Sul, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.
Além de PP e PL, integram a aliança governista os partidos União Brasil, PSDB, Cidadania, MDB, Republicanos, Avante e PSD.
Com público estimado em cerca de 10 mil pessoas, formado por militantes e lideranças de diversas siglas, o evento foi apontado por organizadores como um dos maiores atos políticos já realizados no Estado.
Em praticamente todos os discursos, os candidatos ressaltaram a necessidade de união entre os partidos de direita e de centro-direita em torno do projeto eleitoral de outubro, que tem como objetivo eleger Flávio Bolsonaro para a Presidência da República e reconduzir Eduardo Riedel ao governo estadual.

O governador Eduardo Riedel se emocionou em diversos momentos ao lembrar a trajetória construída ao lado da família e de companheiros de caminhada política.
Já o ex-governador Reinaldo Azambuja destacou o crescimento do PL e afirmou que a legenda se consolidou como uma das principais forças políticas do país após superar um período de dificuldades.

Homologado candidato ao Senado na chapa ao lado de Reinaldo, Capitão Contar fez um discurso em defesa da unidade da direita e provocou o PT ao pedir aos presentes “13 segundos de silêncio”, numa referência ao número da legenda e ao desejo de que o governo do presidente Lula não permaneça no comando do país a partir de 2027.

Também bastante emocionado, o senador Nelsinho Trad (PSD) explicou os motivos que o levaram a desistir da disputa pela reeleição. Segundo ele, a decisão decorreu das alianças firmadas em âmbito nacional, que não se reproduziriam em Mato Grosso do Sul.
De acordo com o parlamentar, esse cenário o deixaria politicamente isolado em relação aos demais partidos que apoiam a reeleição de Eduardo Riedel, como PL e PP, uma vez que a legislação eleitoral impediria sua participação nos mesmos palanques da coligação governista durante a campanha.




















