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Sem medidas de impacto, finanças da capital saem do controle na gestão Trad

Relatório do Tesouro Nacional revela distorção na situação fiscal de Campo Grande, que gasta mais com funcionalismo do que arrecada em tributos próprios

Redação by Redação
2 de dezembro de 2021
in Economia
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Sem medidas de impacto, finanças da capital saem do controle na gestão Trad

Campo Grande gasta mal o que recebe em impostos e transferências constitucionais (Foto: Fernando da Mata/G1 MS)

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De Campo Grande

A quatro dias de concluir seu primeiro mandato e reeleito para mais quatro anos, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), não criou condições nem pôs em prática medidas capazes de melhorar a eficiência da gestão pública do município nos últimos três anos (2018, 2019 e 2020).

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A conclusão está no “Boletim de finanças dos entes subnacionais 2020”, referente a 2019, elaborado pelo Tesouro Nacional, a que o MS EM BRASÍLIA teve acesso. O documento detalha as contas das 26 capitais do país, exceção a Brasília.

Aponta discrepâncias entre os valores que as prefeituras arrecadam em tributos e o que gastam, como a folha do funcionalismo, por exemplo. Campo Grande tem o sexto pior desempenho na relação receita corrente líquida e despesas com pessoal (ver quadro).

Fonte: Tesouro Nacional *clique na imagem para visualizar melhor

A capital sul-mato-grossense teve, em 2019, receita líquida de R$ 3,459 bilhões e gastos de R$ 2,176 bilhões somente com servidores, ou 62,9%, bem acima do limite, que é de 57,17%. Sobram, na prática, apenas 37% para bancar todas as outras despesas em saúde, educação e transporte.

Se fosse utilizado somente o valor da receita própria, a cidade não conseguiria pagar nem a folha de pessoal. Pior: ficaria devendo. A gestão de Marcos Trad arrecadou R$ 1,566 bilhão em 2019, R$ 610 milhões menos do montante necessário para pagar o salário do funcionalismo, de R$ 2,176 bilhões.

A pior situação entre as capitais, segundo os dados, é Rio de Janeiro, que compromete 79% da sua receita, de R$ 22,623 bilhões, ou R$ 17,870 bilhões com funcionalismo. Em seguida, aparece Macapá (AP), cujo comprometimento atinge 65,3%.

Município gasta R$ 2,176 bilhões por ano com funcionalismo (Foto: Divulgação)

A capital que menos gasta com funcionários em relação às receitas é São Paulo, que aplica somente 46,3% do que arrecada com servidores públicos. A capital paulista é seguida de Boa Vista (RR), que compromete 46,9% da sua arrecadação com funcionários.

Reprovação

O relatório mostra ainda que Campo Grande ocupa as últimas posições em relação a investimento com recursos próprios. Em 2019, o município aplicou somente 42,3% da receita própria, contra 55,75% do mínimo exigido. Natal (RN) investiu 99,76% da arrecadação própria, liderando entre as capitais.

O relatório traz as prefeituras mais bem posicionadas quanto à capacidade de pagamento. Municípios que obtiveram notas A e B estão aptos a contratar empréstimos. Nessa situação, estão 13 capitais, enquanto outras 13 foram reprovadas, como Campo Grande, com nota C.

Em 2018, 2019 e 2020, a gestão de Marquinhos Trad alcançou nota geral C, mesmo obtendo nota A em dois itens: baixo endividamento em relação à receita corrente líquida e bom índice de liquidez na comparação com as obrigações financeiras de curto prazo.

A nota C em relação à poupança corrente, indicando elevado comprometimento das receitais com despesas correntes, no entanto, manteve a capital sul-mato-grossense entre as piores do país, segundo o relatório.

Os destaques nesse critério foram Aracaju (SE), Curitiba (PR) e Vitória (ES), cujas gestões municipais conseguiram melhorar a nota, saindo de B para A entre 2019 e 2020. Já Boa Vista (RR), que caiu de A para C, Fortaleza (CE), de B para C, e Manaus (AM), de A para B, tiveram queda nos indicadores fiscais no mesmo período.

Outro indicador em que a capital de Mato Grosso do Sul vai mal são restos a pagar — despesas devidas e não pagas dentro do exercício. Em 2018, Campo Grande empurrou 5,2% dos pagamentos para o ano seguinte. A média nacional é de 2,8%.

“Quanto maior o valor desse indicador, maior será a transferência de despesas do exercício que se encerra para o seguinte”, adverte o relatório. Rio de Janeiro apresenta a maior relação, 9,2% da despesa total.

Tags: campo grandeCapacidadecapitaiscapitalcontrolecorrentedespesasfiscalLíquidaMarquinhospagamentoPessoalprefeituraPSDReceitarelatóriosituaçãoTesouro NacionalTrad
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