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EDITORIAL: Em ano de Riedel, Adriane se afunda na própria mediocridade

Governador acerta ao focar sua gestão nas pessoas, enquanto prefeita ignora necessidade de mudança no velho jeito de gerir a Capital

Redação by Redação
6 de fevereiro de 2024
in Contas, Política
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EDITORIAL: Em ano de Riedel, Adriane se afunda na própria mediocridade

Governador Eduardo Riedel e prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes: situações opostas nas duas maiores gestões públicas de MS (Foto: Divulgação)

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EDITORIAL

Janeiro de 2023. O ano começou com grandes expectativas da população de Mato Grosso do Sul. O Estado acabara de trocar o governador e a Prefeitura de Campo Grande teria sequência com Adriane Lopes. Ela recebera o cargo em abril de 2022, com a renúncia de Marquinhos Trad (PSD) para disputar o governo do Estado.

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O então ex-mandatário sofreu derrota humilhante e destruidora na eleição para governador, terminando em sexto lugar, cujas feridas devem levar anos para ser curadas.

Ao mesmo tempo em que Riedel anunciava medidas para reduzir a carga tributária, oferecer condições para o trabalhador se aperfeiçoar, investir mais dinheiro nos programas sociais, na saúde e educação, além de autorizar início de dezenas de obras de infraestrutura e entregar outras, Adriane Lopes mantinha gestão caótica, tal qual Marquinhos Trad.

Enquanto Riedel anunciava diversas medidas, Adriane Lopes mantinha gestão caótica, tal qual Marquinhos Trad

O erro de Adriane Lopes — e sem que ninguém ao lado dela tivesse capacidade alertar – foi assumir o mandato sem implementar mudanças profundas na administração. Era até aceitável que ela esperasse a eleição terminar para não atrapalhar a campanha de Trad.

Incompetência ou teimosia, fato é que a prefeita menosprezou constantes alertas do Tesouro Nacional, grande parte deles divulgada nos últimos quatro anos pelo MS em Brasília (ver aqui, aqui, aqui, aqui e aqui ). O diagnóstico gritava — e grita — por providências.

Ignorado por Adriane, ‘choque de gestão’ consiste na edição de medidas duras, como a redução de despesas, sobretudo, com a folha de pessoal,  auditoria em obras iniciadas e não concluídas por Trad, além de faxina nos programas sociais, usados pelo ex-prefeito para empregar cabos eleitorais e até mulheres com as quais manteve relações sexuais, segundo investigações da Delegacia de Atendimento à Mulher em Campo Grande.

O erro de Adriane Lopes foi assumir o mandato sem implementar mudanças profundas na administração

Adriane Lopes fez sua escolha e, repita-se, pagará com a não reeleição. Erra quem acredita que, por ter a máquina nas mãos, a prefeita terá condições de se manter no cargo.

Como diz velho ditado, a senadora Tereza Cristina (PP) “amarrou o cavalo em pau podre”. A gestão de Campo Grande é medíocre. O que era ruim com Trad se manteve com Adriane Lopes. Não há dados ou números que desmintam tal afirmação. Ponto.

Eduardo Riedel, por outro lado, usou os 12 meses de 2023 para reafirmar que a figura de outsider não deve nada ao político tradicional. Que o eleitor pode dar crédito a candidatos sem experiencia na administração pública, desde que tenham credenciais para tal.

A gestão de Campo Grande é medíocre. O que era ruim com Trad se manteve com Adriane Lopes

Mostrou-se aberto ao diálogo, franco nas relações com aliados e adversários, além de fazer as coisas com simplicidade, sem grande bulha. Nos encontros fora do Estado, deixou ótima impressão por transmitir de maneira didática e objetiva as intenções do seu governo.

Desse modo, Riedel termina o primeiro ano de mandato com diversas realizações e popularidade nas alturas. A não ser críticas pontuais dos servidores estaduais, que se dizem enganados por ele. Na verdade, não haverá um único governo que deixará o funcionalismo público satisfeito. Pedir aumento é algo arraigado, próprio da categoria.

E assim as duas principais gestões públicas, os dois maiores orçamentos de Mato Grosso do Sul – Governo do Estado e Prefeitura de Campo Grande – terminam o ano desta forma: Eduardo Riedel confirmando a expectativa de bom gestor e Adriane Lopes mergulhada na própria mediocridade, repetindo o antecessor.

Riedel termina o primeiro ano de mandato com diversas realizações e popularidade nas alturas

Para não dizer que só há coisa ruim sobre Campo Grande, janeiro é logo ali. E todo janeiro traz ideia de recomeço. Que o janeiro de 2025, no entanto, tenha início com nova gestão na Capital de todos os sul-mato-grossenses. É o mínimo que se pede para o novo ano que se aproxima.

*Permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte, da seguinte forma: Por MS em Brasília.

Tags: adriane lopescampo grandecaóticacapitalchoque de gestãoeditorialEduardo RiedelEstadogestõesgovernadorincompetênciaMSmunicípioopiniãoprefeita campo grandeprimeiro anoteimosiaTereza CristinaTesouro Nacional
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