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Home Infraestrutura

Falta de água tratada faz moradores de Forte Coimbra, no Pantanal, adoecerem

Situada a 100 km de Corumbá, cujo acesso se dá somente por água e ar, comunidade civil está há 27 dias sem água limpa

Redação by Redação
12 de março de 2024
in Infraestrutura, Saneamento
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Falta de água tratada faz moradores de Forte Coimbra, no Pantanal, adoecerem

Em Forte Coimbra moram cerca de 200 pessoas, entre pescadores e famílias militares (Foto: Divulgação)

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EDMIR CONCEIÇÃO, DE CAMPO GRANDE

Problemas de infecção intestinal e urinária vêm gerando preocupação na comunidade civil de Forte Coimbra, a 100 quilômetros de Corumbá, onde o acesso só é possível pelo rio Paraguai ou por ar. A comunidade recebe assistência dos militares que servem no forte.

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Tombado em 1975, no ano do seu bicentenário, o forte, além de seu valor arquitetônico, tem uma história emblemática em determinados momentos da colonização do Brasil e sustentação territorial. Hoje, é a sentinela da fronteira, braço de apoio aos ribeirinhos, que vivem do turismo de pesca.

Na região, um dos pontos mais isolados no Pantanal, vivem em torno de 200 pessoas, entre pescadores e familiares de militares que servem no Pelotão Especial de Fronteira, denominação atual da unidade avançada da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira sediada em Corumbá.

Há pelo menos 27 dias a comunidade está consumindo água retirada do rio Paraguai para consumo, preparo de alimentos e higiene pessoal. Três bombas que puxam água de uma estação elevada de tratamento de água queimaram e aguardam reparos. Mas o conserto esbarra na burocracia e não há previsão de quando voltem a funcionar.

“Somos em torno de 200 pessoas, 30 famílias de pescadores e familiares de militares que servem no forte”, diz o morador Pedro Bernardes Moreira.

Região está a 100 km de Corumbá, onde só chega por água ou ar

Segundo ele, o problema se arrasta por algum tempo porque até hoje não foi possível instalar um sistema de bombeamento com capacidade. A esperança é o poder público, “porque o Exército faz o que pode”.

A água é captada no rio Paraguai pelo Pelotão Especial de Fronteira e tratada em uma estação elevatória de 130 metros de altura. Da estação, é bombeada e distribuída na comunidade.

“O problema é que apesar de termos três bombas, elas são de 15 cavalos, sem potência suficiente para puxar a água pelo tempo necessário”.

Com três bombas, os moradores intercalavam o uso, mas todas arriaram. O fato é que por causa da burocracia, nenhum foi consertada até agora. “Isso já faz quase um mês”.

A comunidade tenta várias alternativas para solucionar a falta de água limpa. Como o Exército precisa licitar os reparos e isso é burocrático, leva tempo, as bombas foram enviadas para a gerência regional da Sanesul, em Corumbá.

Os poucos moradores têm sofrido com a falta de água limpa

Enquanto não chega água limpa, os moradores da comunidade se abastecem no rio Paraguai. Com isso, começaram a surgir os problemas de saúde, principalmente em crianças e idosos.

Pedro Moreira conta que teve uma filha internada com infecção intestinal, os cuidados como ferver a água não têm surtido efeito e grande parte das pessoas na comunidade é de idosos, que têm dificuldades de mobilidade.

“O problema é que apesar de termos três bombas, elas são de 15 cavalos, sem potência suficiente para puxar a água pelo tempo necessário” — Morador Pedro Bernardes Moreira

Os militares do Pelotão Especial e a Prefeitura de Corumbá tentam ajudar, mas a questão é a falta de equipamentos com capacidade para bombear a água da estação de tratamento mantida pelo Exército. A comunidade se vale de três bombas de 15cv, “sem potência para puxar a água e quando usadas logo estragam”.

Ajuda política

Os reparos, como enrolamento e troca de bobina das bombas não resolvem e isso tem sido recorrente. “Nossa esperança é quer alguém faça uma doação de equipamentos. Ligamos para o deputado Márcio Fernandes (MDB) e para o secretário-adjunto da Casa Civil do governo do Estado, João César Mattogrosso.

O MS em Brasília apurou também que o deputado estadual João Henrique Catan (PL) também foi acionado e deverá encaminhar ofício ao comando do Exército em Mato Grosso do Sul pedindo providências sobre a falta de assistência aos moradores de Forte Coimbra.

O porta-voz da comunidade disse que soube que os equipamentos estão na oficina da Sanesul. “Se estiverem prontas, em um dia chegam aqui. Os militares rapidamente transportam as bombas de Corumbá”.

A preocupação, lamenta Pedro, é que o problema vai permanecer.

“Nós só vamos ter água tratada depois que tivermos uma bomba no mínimo de 25 cavalos, mas aqui ninguém tem condições de comprar, é preciso ajuda do poder público. Aqui os militares fazem o podem, o reservatório do Exército tem capacidade para 230 mil litros de água, suficiente para abastecer toda a comunidade. O que a gente tem a dizer é que a situação está muito difícil para as crianças e os idosos”.

Sanesul fala

De acordo com o gerente regional da Sanesul em Corumbá, Marcos Martins, a empresa não tem responsabilidade operacional do sistema no Forte Coimbra. A manutenção das bombas está sendo feita como um “favor”, atendendo a uma reivindicação da comunidade. Elas já estão sendo reparadas e até quarta-feira devem ser devolvidas.

Séculos de história

Por trás dos problemas sociais vividos pela comunidade civil, que vive do turismo de pesca, o Forte Coimbra guarda uma rica história e hoje é uma das principais maravilhas do Pantanal de Corumbá.

O local é uma unidade militar considerada atualmente pelo Comando Militar do Oeste como uma importante extensão da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, mas de “menor potencial de risco”, sendo hoje mantida mais como um “patrimônio histórico”, tão relevante como a história do Brasil colônia.

Apesar de na hierarquia ter sido rebaixado de Companhia para Pelotão, o Exército mantém ali mais de 200 militares, “um efetivo considerável, até por conta da comunidade civil”.

De acordo com o pesquisador Raul Silveira de Mello, o Forte Coimbra foi oficialmente fundado em 13 de setembro de 1775, embora a decisão de estabelecê-lo tenha sido tomada muito antes, no contexto da assinatura e das demarcações decorrentes do Tratado de Madri (1750).

O local é uma unidade militar considerada atualmente pelo Comando Militar do Oeste como uma importante extensão da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira

“O local histórico rodeado pela natureza é um daqueles pedaços de chão onde o tempo parece andar mais devagar, onde as pessoas se conhecem por apelidos e através de toda a linhagem de ascendentes, onde as ruas de areia levam a poucos comércios e às poucas opções de lazer, porém ocupando espaço importante no centro está a capela que guarda a imagem da santa cultuada há séculos desde que se atribuiu a ela fatos milagrosos envolvendo confrontos no século XIX”, descreve Silveira de Mello.

Credita-se à santa, milagres durante batalhas ocorridos contra espanhóis e paraguaios, em 1801 e 1864. Conta a história, que Nossa Senhora do Carmo livrou a guarnição militar do forte (110 homens, cinco canoas e três canhões) de um massacre no dia 17 de setembro de 1801, quando um exército espanhol (600 homens, navios e 30 canhões) tinha ordem de ocupar o lugar na disputa com Portugal pelo controle do território. Após nove dias de batalha, os espanhóis venceram, mas se retiraram do local ao verem a imagem da santa na entrada do forte.

Desde então, a imagem passou a ser referência pela população local.

Tags: 100 km de corumbáágua limpaágua tratadadoençaexércitofalta de águaforte coimbrainfecçãomoradoresrio paraguaisanesulurináriavila civis e militares
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