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Luiz Ovando defende auxílio emergencial e equilíbrio nos gastos públicos

Deputado, que preferiu participar da votação da PEC Emergencial de forma presencial, diz que país precisa cuidar das parcelas mais necessitadas da sociedade

REDAÇÃO Por REDAÇÃO
12 de março de 2021
em Economia
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EXCLUSIVO: Programa auxílio emergencial do Governo chegará a 626 mil pessoas em MS

Governo vai enviar medida provisória ao Congresso com detalhes sobre o novo auxílio emergencial (Foto: Agência Brasil)

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De Brasília

O deputado federal Dr. Luiz Ovando (PSL) defendeu nesta sexta-feira (12) as medidas previstas na Proposta de Emenda à Constituição 186/19. A PEC Emergencial foi aprovada ontem (11) pela Câmara dos Deputados e agora terá que ser promulgada pelo Congresso para virar lei.

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Entre as medidas estão a reserva de R$ 44 bilhões para pagamento do auxílio emergencial e mais rigor no controle dos gastos públicos de União, Estados e municípios. “Votei em favor do futuro sem priorizar classes, em benefício das parcelas mais desprotegidas da nossa sociedade”, argumenta o parlamentar.

A PEC cria mecanismos de contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários, além de liberar R$ 44 bilhões, fora do teto de gastos, para o pagamento do auxílio emergencial às pessoas afetadas pela pandemia da covid-19.

De acordo com Dr. Luiz Ovando, o governo deverá encaminhar ao Congresso medida provisória com detalhes sobre o pagamento do novo auxílio emergencial, como valor e número de parcelas, além dos grupos que serão beneficiados.

O parlamentar entende que as medidas previstas na PEC são temporárias, como a proibição de aumento de salário do funcionalismo nos três níveis de governo. “No momento, precisamos pensar em como conseguir dinheiro para ajudar os desempregados, os autônomos e outras pessoas vulneráveis”, explica.

Ovando argumenta que o país tem mais de 40 milhões de trabalhadores informais e 14% de desempregados. “Temos o dever de cuidar dos mais necessitados. São medidas temporárias. Presidente, governadores e prefeitos poderão administrar as dificuldades futuras sem privilégios para grupos e categorias”, afirma.

O texto só foi aprovado após acordo que retirou a proibição de promoção funcional ou progressão de carreira do funcionalismo público. “As promoções estão liberadas. Mas os gestores precisam ter em mente que vivemos período de escassez de recursos. Sacrificamos a economia para combater a pandemia”, destacou.

Tags: auxíliocâmaracongressodeputadoDr. Luiz OvandoemergencialgastosgovernantesNecessitadosPECpúblicosRigor
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