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Home Editorial

Direita de MS cobra coerência, rechaça traições e prepara julgamento nas urnas

Em 2025, parlamentares eleitos com discurso conservador romperam compromissos de campanha e serão cobrados nas eleições

REDAÇÃO Por REDAÇÃO
24 de dezembro de 2025
em Editorial
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Direita de MS cobra coerência, rechaça traições e prepara julgamento nas urnas

Políticos na mira dos eleitores de direita: ministra Simone Tebet, deputado federal Dagoberto Nogueira, senador Nelsinho Trad, ex-deputado Fabio Trad, senadora Soraya Thronicke e deputado federal Geraldo Resende (Imagem produzida com ajuda de IA. Clique sobre ela para visualizá-la melhor)

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EDITORIAL

Não se trata de pesquisa, enquete ou estudo estatístico, mas o balanço político de 2025 em Mato Grosso do Sul permite uma constatação clara: o eleitor de direita foi quem mais perdeu no jogo político estadual.

O ano foi marcado pelo acúmulo de frustrações, rupturas de discurso e traições explícitas de parlamentares eleitos com o voto conservador em 2022.

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No campo da direita, eleitores conviveram ao longo do ano com atitudes e votações que destoam frontalmente das promessas feitas em campanha. O distanciamento entre discurso eleitoral e prática parlamentar tornou-se regra, especialmente entre senadores e deputados federais.

O ano foi marcado pelo acúmulo de frustrações, rupturas de discurso e traições explícitas de parlamentares

A senadora Soraya Thronicke (Podemos) é um dos exemplos mais evidentes. Longe de recuar, ela ampliou o enfrentamento ao eleitorado que a elegeu, dobrando o desgaste político.

O reflexo aparece nas projeções para 2026: Soraya figura entre os nomes mais rejeitados na disputa pelo Senado, ao lado do petista Vander Loubet, do deputado estadual Gerson Claro (PP) e de Gianni Nogueira (PL), vice-prefeita de Dourados. As chances de reeleição dela são quase nulas.

Já o senador Nelsinho Trad (PSD) decidiu abandonar a posição ambígua apenas no fim de 2025. Após sete anos tentando equilibrar votos entre pautas progressistas e conservadoras, subiu à tribuna para declarar apoio ao projeto de lei da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023.

Movimento tardio, ainda insuficiente para reconquistar a confiança do eleitor de direita e afastar dúvidas sobre sua viabilidade eleitoral.

Já o senador Nelsinho Trad (PSD) decidiu abandonar a posição ambígua apenas no fim de 2025

Na Câmara dos Deputados, o cenário se repetiu. Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende, ambos do PSDB, ignoraram o perfil majoritariamente conservador do eleitorado sul-mato-grossense e votaram, na maioria das matérias, alinhados ao governo Lula e aos partidos de esquerda.

Assumiram o risco político e parecem dispostos a pagar o preço, se ele vier. Em um sistema democrático, a resposta possível do eleitor é clara: o voto em 2026.

Não é razoável aceitar que políticos defendam uma agenda na campanha e, após eleitos, migrem silenciosamente para o lado oposto. Se a opção for pela esquerda, que assumam a posição de forma explícita, peçam votos nesse campo e subam nos palanques correspondentes. Permanecer alheio tornou-se uma estratégia insustentável.

Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende, ambos do PSDB, ignoraram o perfil majoritariamente conservador do eleitorado sul-mato-grossense

A mesma reflexão deve ser feita por quem se dispõe a pedir votos em favor desses parlamentares de atuação ambígua. Ao endossar alianças e pedidos de apoio, assume-se também o risco de, mais adiante, constatar que o discurso não correspondeu à prática.

Um exemplo recente foi a reeleição da prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, quando a senadora Tereza Cristina a puxou para o centro da campanha, apresentando-a ao eleitor como a melhor opção. Hoje, a senadora colhe o desgaste político dessa escolha e enfrenta um cenário de forte cobrança.

O eleitor de direita também acumulou decepções com a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB). Ao anunciar que trabalhará pela reeleição do presidente Lula, ela se afastou naturalmente do campo político do governador Eduardo Riedel, do ex-governador Reinaldo Azambuja e do Capitão Contar, hoje filiado ao PL.

A mesma reflexão deve ser feita por quem se dispõe a pedir votos em favor desses parlamentares de atuação ambígua

Para agravar o cenário, o MDB estadual já sinalizou que não pretende lhe oferecer legenda para disputar o Senado em 2026, embora a Executiva Nacional possa intervir. Mesmo que obtenha a vaga, Simone teria de subir em um palanque lulista esvaziado em Mato Grosso do Sul.

No fechamento do ano, a família Trad voltou ao noticiário. O ex-deputado federal Fábio Trad se filiou ao PT numa tentativa de retorno à vida política. A movimentação, no entanto, gera desconfiança dentro e fora do partido.

Avalia-se que Trad não disputará o governo, mas buscará uma vaga na Câmara Federal, concorrendo internamente com Camila Jara, que tenta a reeleição em meio a desgaste político.

Nesse cenário, o deputado federal Vander Loubet dificilmente viabilizaria uma candidatura ao Senado e deve buscar novo mandato, tentando garantir ao menos duas cadeiras federais ao PT.

O ex-deputado federal Fábio Trad se filiou ao PT numa tentativa de retorno à vida política

No fim das contas, o eleitor de direita em Mato Grosso do Sul terá papel decisivo em 2026. A lista de parlamentares que romperam compromissos, votaram contra pautas conservadoras, como a oposição à ampliação do aborto, ou atuaram para blindar o governo e barrar investigações pode encolher drasticamente após as urnas.

Tags: capitão contarconservadorDagoberto NogueiradeputadosDireitaEduardo Riedeleleições 2026eleitorFábio TradGeraldo ResendeMato Grosso do SulMSNelsinho TradpolíticosReinaldo AzambujasenadoresSimone TebetSoraya Thronicketraiçõesurnas
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