BRUNNA SALVINO | CAMPO GRANDE
Pré-candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) ficou presa por cerca de duas horas no elevador do prédio onde mantém residência em Campo Grande.
As informações apuradas indicam que o episódio teria ocorrido depois de Simone Tebet declarar que deseja ver o bolsonarismo ‘varrido da face da Terra e do país’ (ver aqui).
Embora tenha transferido seu domicílio eleitoral para São Paulo, Simone continua mantendo vínculos com Mato Grosso do Sul, onde possui residência. Além disso, seu marido, Eduardo Rocha, é pré-candidato a deputado estadual pelo PSDB.
A mudança de domicílio ocorreu após sucessivos sinais de desgaste político no Estado (ver aqui, aqui e aqui).
Historicamente, Tebet construiu sua trajetória eleitoral com apoio expressivo de eleitores identificados com o campo de centro-direita e de direita, segmento no qual militou por duas décadas.
O episódio teria ocorrido depois de Simone Tebet declarar que deseja ver o bolsonarismo ‘varrido da face da Terra e do país’
Moradores do edifício relatam que a ex-ministra costuma utilizar o elevador de serviço com frequência. Entre vizinhos, a avaliação é que a medida ajuda a evitar abordagens relacionadas ao apoio declarado ao presidente Lula no segundo turno das eleições de 2022.
Antes de integrar o governo federal, Simone Tebet fez duras críticas ao petista. Em diferentes ocasiões, atribuiu a Lula responsabilidade política pelos escândalos do Mensalão e do Petrolão, dois dos casos de corrupção de maior repercussão na história recente do país (ver aqui, aqui e aqui).





















